Desenhei a carvão os traços de uma tempestade. Símbolo do tremendo caos em que o silêncio me atirou e deixou algures num estacionamento perdida.
Não sei quem sou. Não sei sentir. Apenas me corre angústia num circuito fervido a fogo que me queima lenta e dolorosamente.
Não sei quem sou.
Habitando num planeta isolado, acompanhada pela solidão que destoa de um mundo colorido lá fora. Estou de luto. Por mim. Para mim. Comigo.
Porque... não sei quem sou. Não sei sentir. Tremendo caos silenciado e perdido no meio da multidão.
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