A pele desfaz-se em cinzas perante o calor do teu toque. Escama e rebenta perante a ausência. O silêncio torna-se uma melodia difícil de escutar e tudo dói.
Quero que deixe de doer. Quero que deixe de custar inspirar. Quero que...
Quero esquecer. O impossível. O doloroso. O... impossível.
Quero que a angústia desapareça. Não consigo tolerar mais. Quero fugir. Quero submergir e naufragar. E não derivar mais. Apenas ficar esquecida e fundida por entre mar.
Despeço-me. Porque o amanhã... o amanhã não irá chegar.
Quero que deixe de doer. Quero que deixe de custar inspirar. Quero que...
Quero esquecer. O impossível. O doloroso. O... impossível.
Quero que a angústia desapareça. Não consigo tolerar mais. Quero fugir. Quero submergir e naufragar. E não derivar mais. Apenas ficar esquecida e fundida por entre mar.
Despeço-me. Porque o amanhã... o amanhã não irá chegar.